Qual a origem da árvore de Natal?quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Curiosidades do Natal II
Qual a origem da árvore de Natal?quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Curiosidades do Natal I
Como no mistério de Cristo o mais importante é a Páscoa, a Igreja de então pouco se preocupou com a data do nascimento de Jesus. Segundo a opinião mais corrente a escolha desta data foi para dar sentido cristão a uma festa pagã. Em 274, o Imperador Aureliano oficializou o culto ao sol invicto, mandou construir um templo e fixou a sua festa a 25 de Dezembro que, segundo a astronomia do tempo, era considerada a data do solstício do Inverno. Depois dos cristãos terem liberdade de culto, passaram a festejar esta data como o nascimento de Jesus, o Sol de Justiça, a Luz do Mundo.
.Qual a história do Presépio?
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Ferreira Leite e os "casamentos" homossexuais

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segunda-feira, 2 de junho de 2008
As incorrecções dos provérbios
Em vez de: "Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro"
O correcto é: "Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro"!
Em vez de: "Quem tem boca vai a Roma."
O correcto é: "Quem tem boca vaia Roma." (mudando completamente o sentido)
Em vez de: "Quem não tem cão, caça com gato."
O correcto é: "Quem não tem cão, caça como gato..." (ou seja, sozinho!)
Em vez de ser ranhosa, a pobre da ovelha é ronhosa (de ronha).
domingo, 11 de maio de 2008
Museu do Oriente
Já há bastante tempo encontrei em várias livrarias um livro chamado Portugal - Pioneiro da Globalização. Um título que sempre me chamou muito à atenção e que foi objecto de umas reflexões.quarta-feira, 7 de maio de 2008
O (Des)acordo ortográfico
- não se justifica complicar a escrita portuguesa; isto é: porquê escrever "óptimo" quando não se lê o "p"?
- a única forma de Portugal se afirmar na cena internacional é no quadro da UE e da CPLP, e quem vai conduzir o futuro da CPLP será o Brasil, pelo que a grafia deste país é a que deve prevalecer.

Quanto ao primeiro ponto, devo dizer que o tomo como absolutamente injustificado. Qualquer pessoa lê "absolutamente" e "absolutament" da mesma maneira, e não é por isso que a palavra "absolutamente" há-de deixar de ter o "e" no fim! "Xapéu" também pode parecer mais prático do que "chapéu" e não é por isso que se vai mudar a grafia da dita palavra! Para mim, o argumento de tirar letras que não se lê não pode ser fundamento para se aplicar o Acordo Ortográfico, ainda para mais quando o que está em causa não é simplificar a escrita, mas sim subordinar a escrita portuguesa à brasileira. O que, por acaso, se pode traduzir na dita "simplificação".
Concordo também com o facto de que a CPLP é, a par da UE, a organização em que Portugal tem potencialidades de se afirmar no mundo. Mais: reconhecendo, como se deve reconhecer, que o Brasil tomará as rédeas dessa comunidade, parece-me compreensível que a grafia da língua portuguesa a aplicar no mundo seja a do Brasil. Não me choca sobremaneira que um australiano que queira aprender Português escreva "Antônio" em vez de "António" (não obstante eu muito apreciar o acento agudo no meu nome); mas já me choca que em Portugal se queira impôr a grafia peculiar do Brasil, mesmo que apenas em algumas palavras!
Que complexo é este? Não têm os ingleses e os norte-americanos grafias distintas? Não vigora nas declarações internacionais o inglês dos EUA? Se sim - e compreensivelmente -, em que medida tem isso de obrigar os ingleses a escrever "realize" em detrimento de "realise" ou a dizer "sidewalk" em vez de "pavement"? Que sentido faz, daqui por uns anos, considerar-se "óptimo" como erro ortográfico?
A meu ver, a mudança é sempre bem-vinda, mas quando se sabe que há perspectivas de se verificar melhorias em certos aspectos. Não encontro uma única vantagem neste campo!
É um traço da nossa portugalidade que é, sem razão suficiente, apagado sem mais! Por isto, assinei aqui.
domingo, 2 de março de 2008
Cavalheirismo: discriminação ou civismo?
Em bom rigor, alguns exemplos de cavalheirismo não têm origens muito consentâneas com a igualdade de géneros. Na verdade, segundo li em sítios diversos, o cuidado de deixar as senhoras passar em primeiro lugar surgiu na Idade Média, num hábito segundo o qual os homens as deixavam entrar primeiro noutra divisão para que, caso lá estivesse um inimigo, fossem elas as atacadas em primeiro lugar e os homens já se pudessem prevenir. Enfim, é uma história, e vale o que vale…

Acima de tudo, parece-me que o cavalheirismo se torna, analogamente ao protocolo ou às regras de etiqueta, numa forma de obviar e de universalizar comportamentos em certas situações. Isto é, à saída do elevador, p.e., estando um rapaz, um homem e uma senhora, sabemos de antemão que a senhora sairá primeiro, seguida do homem e depois do rapaz. Sabemo-lo porque determinadas “regras” já nos foram incutidas, regras essas que tornam mais práticas as nossas acções no dia-a-dia, evitando que, p.e., naquele caso, as pessoas ficassem eternamente a deliberar sobre a ordem de saída do elevador (se bem que, actualmente, isso vai acabando por acontecer por as pessoas irem flexibilizando estes hábitos).
O cavalheirismo (e entendo-o numa perspectiva de homem gentil, homem de bem) diz respeito não só às acções perante as senhoras. Educado, um gentleman cede a passagem a um outro homem ao atravessar uma porta, fala delicadamente (e não dando provas de “desasseio mental” – uma expressão que descobri e da qual fiquei fã), levanta-se para cumprimentar as pessoas (independentemente do sexo, naturalmente) e presta particular atenção a pessoas mais velhas ou mais frágeis.
O cavalheirismo é, antes de mais, uma convenção. Porque se convencionou desta forma, a sociedade foi enraizando estes costumes, que, actualmente, constituem regras de boa educação mas que vão vendo um abrandamento do seu cumprimento.


