sábado, 2 de agosto de 2008

We're roaming...


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Roaming... lá está uma fronteira que a UE poderia derrubar...
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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

A comunicação do Presidente

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Ontem, a Presidência da República deixou o País em suspenso com o comunicado que Cavaco Silva faria à Nação na abertura dos telejornais. Confesso que algumas vezes ao longo do dia me fui lembrando de que às 20h deveria ter uma televisão ao pé de mim, uma vez que a curiosidade com o assunto abordado era grande.
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A única informação de que se dispunha era a de que o Presidente só interromperia as suas férias se fosse para comunicar algo da maior relevância, obviamente. Assim, das duas uma: ou Cavaco Silva ia lançar uma verdadeira bomba (o que seria muito estranho, já que, numa situação destas, o previsível seria provocar uma ligeira fuga de informação para que um dado órgão de comunicação social fosse veiculando como forte uma certa possibilidade) ou então nos últimos dias aconteceu algo da maior relevância para o País que justificava uma posição clara do PR (o que também seria muito estranho porque não me constava de nada de especial tivesse acontecido).
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Aguardava, assim, ansioso pela comunicação!
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Quando oiço, às 20h, Cavaco Silva dirigir-se aos Portugueses após todo aquele suspense para falar sobre o Estatuto Político-Administrativo da R. A. Açores, devo dizer que me senti desiludido. Muito se tem escrito e dito sobre o disparate e o "desrespeito" da Presidência pela opinião pública ao sobrevalorizar esta questão.
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Assim sendo, das duas uma: ou se temia que não fosse dada a importância devida à questão (que, não obstante, é relevante), optando-se assim por a sobrevalorizar, ou então está aqui uma jogada política que trará os seus frutos num futuro próximo...
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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Silly season

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Ao longo destes dias de férias (de estudo e, como se viu, de postagens no Bazar), foi possível ver que a chamada silly season já começou... Entrou de mansinho, mas é interessanter (ou não) ver que as notícias que dantes surgiam no telejornal mesmo no fim (ou às vezes nem surgiam), agora aparecem ao fim de uns 10 minutos de emissão!
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Enfim, nada que apenas procure evitar situações mais constrangedoras...
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domingo, 13 de julho de 2008

União com o outro lado do Mediterrâneo

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Em momentos de crise e não sabendo bem como lidar com os problemas (como se viu na cimeira de Hokkaido do G8), nada melhor do que inventar programas alternativos que permitam dar uma imagem de aparente resolução de problemas.
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Talvez em grande parte com este intuito, mas - estou convencido - também por me parecer ser um projecto sustentável, foi hoje oficializada a União para o Mediterrâneo, sob a chancela de Paris.


A azul os membros previsíveis para compôr a UPM; a cinzento escuro aqueles que se vieram a juntar.

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Esta organização - que surge como a concretização do Processo de Barcelona de 1995 - procurará focar a sua acção no desenvolvimento económico da região (UE e outros Estados da Europa não-UE e países do Norte de África e do Médio Oriente), nas questões energéticas, de segurança marítima, mobilidade, educação e investigação.
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A meu ver, tudo o que possa contribuir para a aproximação da Europa ao Magrebe e contribuir para o reforço no papel da UE no Médio Oriente será bem-vindo, sobretudo quando se pode potenciar as vantagens da comunhão do Mediterrâneo.
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De resto, fazendo jus à cidade em que se protagonizou o arranque desta ideia, veria com bons olhos que a sede da nova instituição estivesse em Barcelona, apoiando a candidatura já apresentada por Zapatero, a par das de Malta, Marrocos e Tunísia. Sarkozy vê, assim, cumprido um dos objectivos da sua presidência da UE e concretizada uma ideia por si já defendida há algum tempo.
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sábado, 12 de julho de 2008

Objectivo a falhar...

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"Desemprego aumenta para 7,5% em Maio"
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E aproveito ainda para sugerir uma vista de olhos por excertos de um discurso de José Sócrates em 2003, no 31 da Armada.
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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Perdão

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É, para mim, das mais bonitas orações de Madre Teresa de Calcutá sobretudo porque consegue ser particularmente personalizada...
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"Quero que saibas que cada vez que Me convidas, eu venho sempre, sem falta. Venho em silêncio e de forma invisível, mas com um poder e um amor que não acabam. Não há nada na tua vida que não tenha importância para Mim.
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Sei o que existe no teu coração, conheço a tua solidão e todas as tuas feridas, as tuas rejeições e humilhações. Eu suportei tudo isto por causa de ti, para que pudesses partilhar a Minha força e a Minha vitória. Conheço, sobretudo, a tua necessidade de amor.
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Nunca duvides da Minha misericórdia, do Meu desejo de te perdoar, do Meu desejo de te bendizer e viver a Minha vida em ti, e que te aceito sem Me importar com o que tenhas feito. Se te sentes com pouco valor aos olhos do mundo, não importa. Não há ninguém que Me interesse mais no mundo do que tu.
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Confia em Mim.
Pede-Me todos os dias que entre e que Me encarregue da tua vida e eu o farei. A única coisa que te peço é que confies plenamente em Mim. Eu farei o resto.
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Tudo o que procuraste fora de Mim só te deixou ainda mais vazio. Portanto, não te prendas às coisas passageiras. Mas, sobretudo, não te afastes de Mim quando caíres. Vem a Mim sem demora, porque quando Me dás os teus pecados, dás-Me a alegria de ser o teu Salvador. Não há nada que Eu não possa perdoar.
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Não importa o quanto tenhas andado sem rumo, não importa quantas vezes te esqueceste de Mim, não importa quantas cruzes levas na tua vida. Tu já experimentaste muitas coisas, no teu desejo de seres feliz. Por que é que não experimentas abrir-Me o teu coração, agora mesmo, mais do que antes?"
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Madre Teresa de Calcutá
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quarta-feira, 9 de julho de 2008

A falha de Obama

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Devo dizer, desde já, que simpatizo com o candidato democrata às presidenciais dos EUA. Mais do que aquilo que possa defender, Barack Obama vale - e muito - pela imagem que tem e que, sobretudo, passará a dar aos EUA. É símbolo de uma mudança nos EUA - não que essa mudança seja tão forte a ponto de ter um homem não-branco na presidência (o que traz previsíveis problemas à sua segurança), mas a verdade é que o mundo assiste a uma radical mudança do rosto principal da (ainda) maior potência do Mundo.
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No entanto, Obama na presidência preocupa-me um tanto no que diz respeito à política externa do seu país. Há algumas semanas disse que, uma vez eleito, gostaria de conversar com Ahmadinejhad, presidente do Irão. McCain perguntou, compreensivelmente, o que poderá ter um presidente dos EUA para conversar com um homem como Ahmadinejhad. A dúvida permanece...
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A questão agudiza-se quando se vê a tensão entre Israel e o Irão num período de "paz armada". Supondo que o conflito estala e, inevitavelmente, os EUA se colocam ao lado de Israel, o que fará Obama à sua política tão dialogante? Estará o líder do Irão disposto a receber um dos homens que, à data, poderá ter mandado bombardear o seu país para agora ouvir dizer mal do seu programa nuclear?
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Se McCain peca por ser, grosso modo, uma sequência de Bush, Obama, a ser eleito, parece-me que se tornará num flop! Julgo que as políticas que apregoa o farão entrar em contradições ou então abrir rupturas graves com o passado dos EUA, questionando uma série de alianças.
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Lufada de ar fresco é, mas parece-me crucial que o seu vice-presidente seja um verdadeiro estratega da política internacional para colmatar as falhas de Obama e para ajduar a corresponder às altas expectativas nele colocadas.
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domingo, 6 de julho de 2008

Ingrid

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Recomendo a leitura do artigo sobre a libertação de Ingrid Betancourt – o maior rosto dos cerca de 700 reféns das FARC – no primeiro caderno do Expresso desta semana.
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Recorde-se os constantes entraves às relações do Equador de Correa e da Venezuela de Chavez com a Colômbia de Uribe. Recorde-se a habilidade, o trabalho de bastidores e a eficácia da operação de resgate de Ingrid Betancourt, protagonizada pelo Governo de Bogotá, procurando a cooperação dos serviços secretos israelitas e norte-americanos, conseguido este feito notável, sem ter sido disparado um único tiro. Recorde-se todo o trabalho de bastidores, sem aparatos e mediatismos. Recorde-se ainda que Uribe não surgiu na televisão dando uma conferência de imprensa ao lado dos ex-reféns (como Chavez fez, como se de um acto de propaganda se tratasse). Recorde-se ainda que Chavez demorou 24 horas a felicitar Uribe.
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Recorde-se que o PCP não apoiou o voto de congratulação pela libertação de Ingrid Betancourt.
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sexta-feira, 4 de julho de 2008

What a difference a day makes...

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What a difference a day made, por Jamie Cullum.
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quarta-feira, 2 de julho de 2008

Ferreira Leite e os "casamentos" homossexuais

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Não vi a entrevista que Manuela Ferreira Leite deu a Constança Cunha e Sá, na TVI. No entanto, a maioria das notícias que tenho visto e os excertos que tenho visto incidem muito sobre a posição da nova presidente do PSD sobre os "casamentos" homossexuais.
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Sobre este assunto, MFL disse que logicamente aquilo que estava em causa não era a relação entre um casal homossexual - o que diz exclusivamente respeito ao casal -, mas a atribuição do mesmo estatuto a um casal homossexual e a outro heterossexual.
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MFL afirma - e subscrevo inteiramente - que admite "que esteja a fazer uma discriminação porque é uma situação que não é igual." E acrescenta: "É uma realidade. Chame-lhe o que quiser, não chame é o mesmo nome. Uma coisa é casamento, outra coisa é qualquer outra coisa". Trata-se por igual o que é igual e por diferente o que é diferente.
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O casamento é uma instituição com séculos e que pressupõe pessoas de sexo diferente. Não tenho nada que ver com o facto de haver quem opte por querer viver com pessoas do mesmo sexo, mas isso não significa que a instituição do casamento seja mudada sem mais. Se as faz mais felizes, o Estado pode e deve, em meu entender, reconhecer o direito à união de facto de pessoas do mesmo sexo, ou até chamar-lhe um outro nome qualquer, mas que não casamento porque não o é. Se há política familiar a ser promovida pelo Estado é, por certo, no sentido dos casamentos heterrossexuais e no sentido da procriação.
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Li na última edição da revista Única, do Expresso, que havia na Alemanha lares exclusivos para casais homossexuais. Foi uma reportagem que me apanhou de certo modo de surpresa, naturalmente, já que não é propriamente um lugar-comum. No entanto, não sendo eu contra esse tipo de instituições, aquilo a que me oponho é à atribuição de subsídios ou ao seu financiamento por parte do Estado.
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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Prazo mais que expirado

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Não bastando comportamentos medíocres como os aqui já enunciados, o PCP vai receber uma delegação das FARC na Festa do Avante, esse antro de gente-que-nem-a-pseudo-intelectual-chega, e que se mistura com uma boa quantidade de pessoas que só lá vai mesmo pela música e pelo ambiente de festival!
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Nada que surpreeenda, na sequência da incoerência que aquele partido encerra em si mesmo - ditaduras não, excepto se de esquerda - e dos tão reles valores em que assenta ao patrocinar a visita de membros de uma organização terrorista.
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São exemplos disto mesmo a sempre incondicional defesa do regime de Cuba, da China, da Coreia do Norte, da constante negação da violação de Direitos Humanos nalguns países de matriz marxista, etc.
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O pior cego é aquele que não quer ver...
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sexta-feira, 27 de junho de 2008

Um comentário pouco simpático...

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Nota: Dada a vergonhosa situação vivida no Zimbabué, o CDS apresentou um voto de protesto contra a mesma. Todos os partidos votaram favoravelmente, à excepção do PCP, que se absteve.
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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Se Aguiar-Branco fosse presidente do PSD...

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Aquando da entrevista de Aguiar-Branco à Visão criticando firmemente LF Menezes e apresentando a sua disponibilidade para criar uma alternativa à então direcção, comentou-se na Câmara de Comuns, de uma forma absolutamente hilariante, a eventualidade de Aguiar-Branco chegar a presidente do PSD:
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Efeitos de Aguiar Branco como presidente do PSD:
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- Convida o Nuno Melo para sósia.
- CDS fica com 2% nas legislativas. Aguiar Branco rouba os 3% dos tios e tias do CDS e só restam os agricultores ribatejanos.
- A "Atlântico" substitui o "Povo Livre" como órgão de comunicação do PSD.
- Vital Moreira gaba-se de já ter colocado de rastos o lider da oposição num Prós e Contras.
- Aguiar Branco volta a gabar-se, num debate, de ter muitos filhos. Acrescenta que tem também uma Chrysler Voyager e um Breitling Navigator.
- Vai ao Chão da Lagoa utilizando só o nome de Aguiar, para dar aspecto de homem simples.
- A sede de S. Caetano é vendida e o líder do PSD monta o gabinete no quarto 33 do Hermitage da Av. da Liberdade.
- Ribau Esteves é eleito novamente Presidente da Câmara de Ilhavo.
- Aguiar Branco é visto às compras com João Almeida no El Corte Ingles.
- Pacheco Pereira volta à política activa. Esta ninguém lhe perdoa.
- Pires de Lima vai para o PSD, por achar Aguiar Branco sexy.
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quarta-feira, 25 de junho de 2008

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O dia mais belo? Hoje.
A coisa mais fácil? Equivocar-se.
O obstáculo maior? O medo.
O erro maior? Abandonar-se.
A raiz de todos os males? O egoísmo.
A distracção mais bela? O trabalho.
A pior derrota? O desalento.
Os melhores professores? As crianças.
A primeira necessidade? Comunicar-se.
O que faz mais feliz? Ser útil aos demais.
O mistério maior? A morte.
O pior defeito? O mau humor.
A coisa mais perigosa? A mentira.
O sentimento pior? O rancor.
O presente mais belo? O perdão.
O mais imprescindível? O lar.
A estrada mais rápida? O caminho certo.
A sensação mais grata? A paz interior.
O resguardo mais eficaz? O sorriso.
O melhor remédio? O optimismo.
A maior satisfação? O dever cumprido.
A força mais potente do mundo? A fé.
As pessoas mais necessárias? Os pais.
A coisa mais bela de todas? O amor.

Madre Teresa de Calcutá

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Rescaldo de Guimarães

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Na nova Comissão Política, Manuela Ferreira Leite inclui notáveis como Rui Rio (seu número 2), José Pedro Aguiar-Branco ou António Borges (que finalmente começa a ter um papel de maior destaque na política portuguesa), mas também personalidades de menor conhecimento público, mas nem por isso de menor reconhecimento nas suas áreas de trabalho: Paulo Mota Pinto, ex-juiz do Tribunal Constitucional, Sofia Galvão, advogada e ex-secretária de Estado da Presidência do Conselho de Ministros e da Administração Pública, e Manuel Castro Almeida, ex-secretário de Estado da Educação e actual presidente da Câmara de São João da Madeira.
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Penso que foi conseguida uma boa junção entre a larga experiência política de alguns e um fortíssimo contacto com a sociedade civil de outros. A escolha de Marques Guedes para secretário-geral parece-me muito positiva. Este ex-vice-presidente da Câmara de Cascais e ex-líder parlamentar do PSD, pela sua discrição, capacidade de diálogo e experiência de trabalho com variadíssimas lideranças do PSD, apresenta-se como um importante elo entre esta direcção e as restantes correntes existentes no partido.
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Confirmando a tendência que foi vindo a ser crescente da indigitação de Paulo Rangel para a presidência do grupo parlamentar do PSD, parece-me que Sócrates estará de certo modo tranquilo, uma vez que se baterá quinzenalmente com um homem que foi durante meia dúzia de meses secretário de Estado e é deputado há três anos.
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No entanto, como aqui já expus, Paulo Rangel é, a meu ver, um excelente orador, nada demagógico, incisivo no discurso e mordaz no ataque. Como se quer, de resto, para a oposição. Como também escrevi, a minha preferência para aquele cargo ia para outro deputado, mas Paulo Rangel não é, sem a menor sombra de dúvida, um "mal menor". É, de resto, exemplo da renovação geracional que se vai verificando na nova equipa directiva do PSD.
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Parece-me que o PSD sai do congresso de Guimarães muitíssimo mais forte e com uma nova cara: com a imagem de um PSD verdadeiro, mais voltado para a sociedade civil, para a classe média, como um partido sério e credível, assumindo-se - agora sim - como uma verdadeira alternativa de Governo.
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sábado, 21 de junho de 2008

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Os exames e as florzinhas de estufa

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Começou ontem a primeira fase dos exames nacionais. Como todos os anos, muito se escreveu e opinou sobre a pertinência de se fazer exames nacionais.

Um dos argumentos muito utilizados por quem discorda da existência dos exames é o desrespeito pelo trabalho desenvolvido pelo alunos ao longo de um ano lectivo inteiro (ou do ensino secundário), uma vez que é injusto destinar 30% da nota de candidatura de uma pessoa a umas duas horas (e meia, agora).

Permito-me transpôr o célebre pensamento de Sir Winston Churchill que definia o regime democrático não como perfeito mas como o melhor entre os existentes: entre as várias opções para uma pessoa se candidatar ao ensino superior, parece-me que a vigente não é perfeita mas é a melhor. Não é perfeita exclusivamente porque uma pessoa pode ter um "azar" e baixar drasticamente a sua média.

Mas é um sistema que permite, ao contrário daquilo que é muito defendido, ajustar algumas desigualdades em termos de exigência de ensino nas várias escolas. Vejamos: e se não houvesse exames?

Não havendo exames, qual seria o mote primordial das escolas? A exigência (que pode conduzir a muito bons resultados nos exames) ou a falta dela (por forma a dar notas o mais altas possível para que os seus alunos tivessem maiores probabilidades de entrar no ensino superior)? Sem exames, muitos dos colégios tornar-se-iam naquilo que é a maioria das universidades privadas: reduzida exigência e "notas fáceis" por forma a lançar para o mercado de trabalho - no caso das universidades - ou para o ensino superior - no caso dos colégio - pessoas com médias o mais altas possível.

Se existe um concurso nacional de acesso ao ensino superior, então deverá haver uma prova universal e homogénea para todos os candidatos a fim de garantir alguma igualdade (apesar de corresponder a apenas 30%) nas candidaturas.

Outro argumento utilizado por quem se opõe aos exames é o do stress e da pressão causados nos alunos. Pois devo então dizer que mesmo que não houvesse o factor de ajustamento das desigualdades da exigência de ensino nas várias escolas, já valeria a pena haver exames só por causa do dito stress e da tal pressão!

Sim! Seria absolutamente inaceitável uma pessoa estar a entrar numa faculdade e nunca ter feito um exame, e a três anos (na maioria dos casos) de entrar no mercado de trabalho e nunca ter sentido a menor sensação de stress, de exigência, de concorrência, de dar o máximo! Irritam-me esta sociedade e esta mentalidade de criar florzinhas de estufa, criancinhas que vivem numa redoma de vidro e que não podem ser apoquentadas com demasiado trabalho, com demasiada matéria para estudar; caso contrário lá virão os do costume alertar para os perigos do stress, dos nervos, das depressões, das poucas horas de sono, da instabilidade emocional, e tudo aquilo que esses senhores resolvem inventar... e que naturalmente recolhe apoios!

Sou, por isso, 100% favorável à existência de exames para a conclusão de cada ciclo de ensino - básico ou secundário -, isto é, nos 4º, 6º, 9º e 12º anos. Naturalmente que com graus diferentes de exigência, mas fortemente convicto de que a experiência na realização de exames o mais cedo possível criaria maior exigência e uma maior filtragem dos alunos realmente merecedores de aprovação para o ciclo seguinte seria feita.
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terça-feira, 17 de junho de 2008

domingo, 15 de junho de 2008

Quererão os europeus a Europa?

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Na sequência do chumbo do Tratado de Lisboa por parte da Irlanda, penso que os que defendem que a UE se mantém no impasse em que já se encontrava se enganam. Na verdade, penso que só veio denegrir ainda mais a situação. Pior do que um Governo cair por lhe ser apresentada uma moção de censura é este propôr uma moção de confiança e esta ser rejeitada. Parece-me que foi o que aconteceu...
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Ouvir a hipótese de a Irlanda vir a sair da UE é sinal de uma fragilidade imensa por parte da UE, uma vez que só mostra que a UE evolui "à força", excluindo os que estão contra certos aspectos e mantendo aqueles que se pronunciaram (por via parlamentar) favoravelmente pela Constituição Europeia disfarçada.
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Note-se que já a Constituição Europeia foi chumbada há uns anos (não tendo sido veiculada a hipótese de excluir a França e a Holanda da UE, como é óbvio) e agora é a vez do Tratado de Lisboa. Será que estão os europeus interessados na Europa? Será que a sentem como sua? Será que alguma vez perceberam a sua importância no quadro mundial?
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Se já dúvidas tinha sobre se ia chegar a ver a União avançar para uma federação (com uma série de especificidades) - como entendo que é a forma que faz sentido e que defendo a longo prazo -, de uma forma natural e não forçada, então agora parece-me que essa nem é uma questão para pôr em cima da mesa nos próximos tempos.
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Subscrevo grandemente a proposta do ex-primeiro-ministro belga Guy Verhofstadt no seu livro Estados Unidos da Europa, mas será que faz sentido querer avançar com um projecto europeu tão ambicioso quando aparentemente os seus cidadãos não o querem/não o entendem? Para quê assentar um projecto deste calibre em estacas tão pouco firmes?
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Aguardemos pelo Conselho de Assuntos Gerais de amanhã pelo Conselho Europeu do final da próxima semana para melhor avaliar a posição dos líderes europeus sobre o nosso futuro próximo...

quinta-feira, 12 de junho de 2008

O povo e o futebol

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Confesso que não tenho grande paciência para estar 90 minutos a assistir a um jogo de futebol. Quanto muito assistirei à final do Euro caso Portugal lá chegue ou eventualmente a um jogo mais "empolgante" que Portugal trave até lá, mas, de resto, tenho apenas vindo a acompanhar os resultados da nossa selecção por aquilo que vou lendo.

Contudo, se um ponto forte de Portugal é o futebol, acho óptimo que se procure valorizar nessa área e tornar o futebol como uma "marca" do nosso País, a vários níveis. Por que não os jogadores serem como que "embaixadores" de Portugal?

Muito diferente já é a incrível obsessão que os Portugueses têm pela selecção nacional. É ridículo a RTP, a SIC e a TVI terem transmitido em directo todo o percurso que o autocarro da selecção fez até chegar ao aeroporto de Lisboa, para ir para a Suíça. É, aliás, uma injustiça para com os outros não menos vitoriosos desportistas Portugueses que muito nos têm orgulhado em diversas áreas.

Fico impávido a olhar para a televisão a ver a quantidade de pessoas a festejar, na rua, efusivamente a vitória de Portugal num jogo do Euro. Custa-me ver que as pessoas pensam que o futebol é quase o único orgulho que podemos ter por sermos Portugueses. Parece que o futebol não é mais do que uma religião politeísta, onde há um verdadeiro endeusamento dos jogadores...

Muito se escandaliza o povo com o facto de um alto quadro de uma empresa receber alguns milhares de euros mensais, mas já não se escandaliza com aquilo que um jogador ganha!
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Decerto que muito deve agradecer o eng. Sócrates que o povo se vá entretendo (o já velho "pão e circo") com o futebol, os tremoços e as cervejas e lhe vá passando um bocado ao lado todo o problema dos combustíveis e a crise internacional.
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Veremos se os Portugueses vão passar a agitar as bandeiras a partir das janelas dos autocarros em vez do seu próprio carro...
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terça-feira, 10 de junho de 2008

domingo, 8 de junho de 2008

Dança Comigo ou Operação Triunfo?

Agora que o fim desta edição do Dança Comigo se aproxima, fica a dúvida sobre qual será o programa de entretenimento da RTP1 a partir de Setembro.

Por mim, apostaria numa quarta edição da Operação Triunfo: desde logo, porque aprecio música manifestamente mais do que dança; depois, porque, de certo modo em consequência disso, se torna muito interessante ver as versões que os participantes da OT fazem das músicas que interpretam; e depois porque há toda uma sequência, uma evolução, com os participantes, o que não se verifica com o Dança Comigo.

Isto para além de a OT ser uma excelente rampa de lançamento para jovens prodígios que tenham alguma dificuldade em ganhar alguma notoriedade, dificuldade essa que não advém da falta de dotes.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Por outras palavras

Por outras palavras - Mafalda Veiga


Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
mais uma madrugada

Ninguém disse que o riso nos pertence
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
mais uma gargalhada

E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
e morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim

Mafalda Veiga

terça-feira, 3 de junho de 2008

A liderança parlamentar

Em meu entender, o debate político deve ter lugar o mais possível na Assembleia da República. Se assim for, são os representantes do Povo Português que estão a desempenhar as suas funções e no local que é a Casa Mãe da Democracia.
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Felizmente, com os debates mensais instituídos pelo PM Durão Barroso (sendo Presidente da AR Mota Amaral) e, agora, mais recentemente, com os debates quinzenais, a discussão política vai estando cada vez mais focada na AR.
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Assim, é cada vez mais necessário para os Portugueses e proveitoso para os líderes partidários que estes sejam deputados. Marcelo Rebelo de Sousa não o era no tempo em que foi presidente do PSD e Luís Filipe Menezes também não. O primeiro foi conseguindo contornar esse problema com um excelente líder parlamentar, Luís Marques Mendes. O segundo, também fruto do medíocre grupo parlamentar de que dispunha, entregou a representação da bancada parlamentar ao homem que foi derrotado nas últimas legislativas.
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Não me parece, contudo, que para Manuela Ferreira Leite isto vá constituir problema de maior. Digo isto por dois motivos essenciais. Em primeiro lugar, não a tomo como particularmente triunfante em debates. É uma pessoa mais para agir, para actuar, para fazer ou para pensar à volta de uma mesa (ao estilo de Cavaco), do que propriamente para andar a discutir num plenário, local público, e, de certo modo, um antro de demagogia. Sócrates, hábil nesta "arte", arrumá-la-ia a um canto.
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O segundo motivo diz respeito àquela que me parece ser a melhor opção para líder parlamentar e a que MFL, penso, seguirá: José Pedro Aguiar-Branco. Desde logo, foi um dos responsáveis pela queda de Luís Filipe Menezes e foi, desde o início, um incontornável apoiante de MFL. Depois, foi ministro de Santana Lopes e foi seu cabeça-de-lista pelo Porto em 2005, pelo que permitirá fazer uma ponte importante com outra ala do PSD. É aguerrido, destemido (deu aquela forte entrevista à Visão no dia da demissão de Menezes), brilhante orador, tem crédito e provas dadas. Apesar do curto tempo que passou pelo Governo, conseguiu recolher algumas opiniões que lhe foram favoráveis, é uma pessoa com ideias para o País e com uma susbtancial participação cívica.
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Fala-se ainda em Marques Guedes - que já desempenhou estas funções no tempo de Marques Mendes -, mas julgo ser demasiado apagado, pouco aguerrido, jogando mais à defesa e não tanto ao ataque. Seria, a meu ver, uma péssima escolha para debater quinzenalmente com Sócrates.
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Melhor que Marques Guedes (mas pior que Aguiar-Branco) seria Paulo Rangel, de quem já falei aqui, defendendo os seus dotes como orador. No entanto, tem contra Aguiar-Branco o facto de ser menos conhecido, o que me parece particularmente penoso nestas circunstâncias uma vez que o rosto do PSD no Parlamento deve ser alguém que não seja um estranho aos Portugueses e para quem olhem sabendo que já teve um papel de relevo na política. Ainda que Rangel tenha sido secretário de Estado da Justiça, Aguiar-Branco foi ministro, o que, naturalmente, lhe dá maior credibilidade.
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Parece-me que Aguiar-Branco é uma opção excelente. Talvez das melhores que poderia haver, fosse qual fosse o grupo parlamentar. Conto que a sua ocupação profissional não o impeça de exercer estas funções que se revelarão essenciais para desenhar o resultado de 2009.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

As incorrecções dos provérbios

Recebi um email que dá conta da incorrecção de alguns provérbios, incorrecção essa que já está muito sedimentada na nossa Língua...

Em vez de: "Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro"
O correcto é: "Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro"!

Em vez de: "Quem tem boca vai a Roma."
O correcto é: "Quem tem boca vaia Roma." (mudando completamente o sentido)

Em vez de: "Quem não tem cão, caça com gato."
O correcto é: "Quem não tem cão, caça como gato..." (ou seja, sozinho!)

Em vez de ser ranhosa, a pobre da ovelha é ronhosa (de ronha).