Após um pequeno interregno, o Bazar vai restaurar a sua actividade no Primeiro de Dezembro.
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Até lá!
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Até lá!
Palavras sábias de Bertold Brecht...
Mas, sinceramente, não é nada com a qual nos devamos espantar. Portugal tem descortinado por completo que está integrado num quadro multilateral como a NATO, que tem acordos muito específicos com os EUA em vários domínios - nomeadamente da Defesa -, e que tem uma comunidade emigrante nos EUA não menos importante do que na Venezuela.
"Hoje, na Europa dos 27, só há quatro governos socialistas: Portugal, Espanha, Inglaterra e Noruega".
Quanto ao discurso, parece-me que MFL foi incisiva nos principais pontos: democraticidade do actual Governo (de resto um tema para o qual já há muito tempo se havia alertado, nomeadamente durante a liderança de Marques Mendes, com o brilhante discurso da "asfixia democrática" de Paulo Rangel, hoje líder parlamentar), a Economia (PME's, agricultura e emprego), a Saúde e a Segurança.
É particularmente entusiasmante chegar a Lisboa ao final do dia e ter a belíssima vista da ponte 25 de Abril e de todo o desenho arquitectónico da capital, contornado com as luzes entretanto acesas. Penso que Lisboa é das cidades que oferece uma melhor vista quando estamos a aterrar.
O que nos difere, então? Diria que é o aproveitamento dos recursos naturais e patrimoniais. Sem dúvida que dado o nosso clima bem poderíamos potenciar mais as nossas esplanadas, os nossos espaços ao ar livre, dinamizando-os através da reabilitação de certas lojas e de edifícios, tornando-os pontos de interesse e de atracção.
John McCain resolveu esperar pelo anúncio do vice-presidente de Obama para anunciar o seu número dois. Ao que se vê, fez muito bem.
Julgo que nesta fase McCain se soube sobressair: para além de colmatar falhas, "piscou o olho" às mulheres americanas (52% do eleitorado), que, insatisfeitas por não verem Hillary Clinton no ticket Democrata, poderão "refugiar-se" em Sarah Palin, ou seja, nos Republicanos.